
Fonte: www.funerarianet.com.br

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A professora aposentada Jane Juska tinha 66 anos e um jejum sexual que durava três décadas quando decidiu publicar um anúncio incomum num jornal de literatura de Nova York: “Antes de completar 67 anos – no próximo mês de março –, eu gostaria de fazer muito sexo com um homem de quem eu goste”. Jane, então divorciada e já com um filho adulto, imaginou que no máximo dois ou três homens dariam retorno. Mas sua caixa postal recebeu 63 respostas. Ela escolheu alguns dos candidatos e marcou encontros para conhecê-los pessoalmente. Fez sexo com quatro deles (um de cada vez). O ato de coragem só não foi maior que, anos depois, contar suas aventuras no livro Uma Mulher de Vida Airada – Memórias de Amor e Sexo depois dos 60 (Editora Rocco), que chega ao Brasil nesta semana.
Jane afirma que antes de publicar o anúncio se perguntava se nunca mais teria um homem – e essa dúvida fez soar um alarme. “A maioria das pessoas de idade, em especial as mulheres, têm medo de correr riscos”, diz. “Preferi agir a esperar que alguma coisa acontecesse”. Antes de publicar o anúncio, ela havia tentado outras formas de despertar o interesse em potenciais parceiros. Freqüentou bares e festas, em vão. Quando percebeu que a idade não era sua aliada numa paquera, desistiu. Ela diz ter acreditado que era melhor o celibato que a humilhação. A ousadia de publicar o anúncio mudou sua vida.
Quando as respostas dos pretendentes começaram a chegar, Jane teve o luxo de poder escolher. Ela separou as cartas, como conta no livro, em montinhos de sim, não e talvez. Escolheu os mais originais e equilibrados – já que sua caixa postal recebeu até mensagens pornográficas e fotografias de nu frontal. Em pouco tempo, ela deixou de lado a educação vitoriana do Meio-Oeste americano, a dor dos fracassos amorosos, os problemas de excesso de peso e da queda pela bebida para seguir até o aeroporto onde esperaria o primeiro candidato. “Foi o momento em que tive mais medo. Quase desmaiei quando vi que ele carregava uma caixa com objetos que faziam barulho. Pensei: ‘São brinquedos sadomasoquistas!’. Depois, descobri que eram garrafas de vinho”, diz.
Depois de Jonah, de 82 anos – o primeiro –, não parou mais com os encontros. Jane não mede palavras para relatá-los. Um dos candidatos, mal se apresentaram, pegou em seu traseiro. Outro pediu que ela apoiasse seus seios na mesa do restaurante – e os apalpou. Houve até quem tenha roubado sua calcinha. Ela também fala de masturbação e gosta de expor seu desejo pelo sexo masculino, fazendo referências ao corpo dos homens, em especial o traseiro. A maioria deles beirava ou passava dos 60 anos. Mas houve Graham, de 32, segundo ela um sósia do galã David Duchovny, de Arquivo X, que depois se tornou um grande amigo. “Eu me diverti muito”, afirma. No meio de tanta diversão, apaixonou-se. Robert, porém, tinha outro relacionamento – além de dores insuportáveis na coluna, o que tornava o sexo mais difícil.
Uma Mulher de Vida Airada não fala só dos encontros sexuais de Jane, mas de sua vida e escolhas. Do relacionamento com os pais à paixão pela literatura, do divórcio às aulas de redação para presidiários, Jane dá o pano de fundo para a maior aventura de sua vida, mostrando que a terceira idade não precisa ser um tempo apenas de renúncias e lembranças. Hoje, aos 75 anos e colhendo os frutos de seu livro, lançado no mundo inteiro, ela diz que continua em atividade. “Já não preciso mais de anúncios”, afirma.
Fonte: Revista Época; Copiado de: http://www.oqueoshomenspensam.blogspot.com/

Concordo que precisamos gostar de nós mesmos e saber valorizar o que temos de bom e saber ver também onde podemos melhorar, contudo um gato não pode se enxergar um leão, pois irá confundir persistência com teimosia, coragem com suicídio...

Quando vejo um gato se lambendo reflito que a natureza falhou ao produzir um animal que “pensa” estar se limpando e alguns donos que “juram” que ele está limpo. Tudo bem, para não magoar quem gosta de gatos, no mínimo digo julgar uma sandice limpar-se por fora jogando toda a sujeira para dentro. Ou será que por dentro ele é tão limpinho que o ato de se lamber confere ao pêlo um estado de equilibrada assepsia? Olha, em verdade não interessa, pois a lógica felina, analisada por qualquer lado, não faz sentido algum.
Melhor dizendo, por vezes parece fazer, pois afora os referidos donos de felinos, muitos de nós temos comportamento similar ao irmos “aos pés” (nunca gostei dessa expressão), por exemplo. Consumada a obra, tomamos pedaços de papel higiênico e mandamos ver na região vandalizada pelos excrementos. Ato contínuo, como manda a etiqueta, abrimos a torneira, lavamos as mãos, fechamos a bica e pronto: mãos sujas outra vez! Esquecemos do detalhe de haver tocado na mesma torneira que antes nós e muitos outros abrimos com as mãos sujas e saímos dali faceiros, “limpíssimos” e prontos para amassar um pão se necessário. Isso é a mais pura lógica do gato. A solução? Lavar a torneira junto ou fechá-la com o auxílio de um papel toalha às mãos, principalmente se for num banheiro público.
A lógica do gato permeia nossa vida. Em casa, milhares de cuidados com a lavagem dos alimentos. Nos restaurantes da vida, croquete e pastel de churrasco. Alguns não bebem em bico de garrafa ou em borda de latinhas (o que é aconselhável) e, para evitar este contato, usam o canudinho. Os mesmos canudinhos que esperam por horas em cima de um balcão até que alguém remexa em todos, com as mãos sujas, até encontrar um par com suas cores preferidas.
Mas, como tudo na vida, até nas porcarias existe uma lição a ser aprendida. Sabemos que a observação é a mãe do aprendizado e quem o faz primeiro leva vantagem. Para variar, os políticos parecem ter corrido na frente, pelo menos os que nessa atividade estão se dando muito bem.
Alguns dominaram e incorporaram a lógica do gato sujo a tal ponto dela jamais se descuidar. Quando falcatruas vêm à tona, por exemplo, a gataria (ou seriam os gatunos?) começa a se lamber. Unem-se todos, jogando para dentro a sujeira em movimentos coordenados ou, de acordo com a lógica do gato, colocam para fora mais porcaria de modo a diluir sujeira com sujeira, dando uma falsa impressão de limpeza. Mais uma vez, sei lá! O certo é que dá certo.
Por Marcelo Drescher, médico e polêmico articulista.
Fonte: www.tiocoloral.zip.net

Eu tenho pena dos trens, eles são tão grandes, fortes e sempre seguem o mesmo caminho sem alternativa alguma como se fossem escravos dos trilhos sem ter a minha chance de mudar seu destino. A única coisa que pode fazer é observar as coisas que passam ao redor em nunca poder mudar seu caminho e tentar chegar até elas por mais interessantes que sejam.
O Ceará deverá ganhar, a partir do próximo ano, 12 aterros sanitários consorciados, que beneficiarão 86 municípios. 












